Conhecida como mit, essa abordagem utiliza incisões menores (geralmente < 3 cm) e, muitas vezes, acesso endoscópico ou robótico. O objetivo é reduzir dor, melhorar a estética, diminuir tempo de internação e acelerar a recuperação .
Principais técnicas:
• MIT (Minimally Invasive Thyroidectomy): incisão menor, visão direta.
• MIVAT (video-assistida): uso de endoscopio para visão ampliada .
• TOETVA (transoral vestibular): acesso pela boca, sem cicatriz visível, ainda em expansão.
Mitos vs Fatos
❌ Mito 1: “É uma cirurgia complexa com alta taxa de complicações”
Fato: Quando realizada por cirurgiões experientes, a mit tem taxa de complicações semelhante à das técnicas convencionais. Estudos confirmam segurança e eficácia, mesmo em alguns casos de câncer inicial.
❌ Mito 2: “Sangra muito e precisa de dreno por dias”
Fato: Cirurgias minimamente invasivas normalmente têm perda sanguínea reduzida (≈ 5 mL), e o uso rotineiro de dreno não é necessário, exceto em casos extenso-cirúrgicos – pois um dreno não impede hematomas significativos .
❌ Mito 3: “Precisa de internação longa e exames constantes de cálcio”
Fato: Na maioria dos casos, é suficiente uma noite de internação. Monitoramento de cálcio a cada 6 horas não é obrigatório — a hipocalcemia costuma se manifestar após 48 horas. Inicia-se suplementação profilática com cálcio e, às vezes, vitamina D .
❌ Mito 4: “Navalete o nervo laríngeo? Só o monitoramento pode evitar isso”
Fato: O monitoramento intraoperatório é uma ferramenta, mas não reduz comprovadamente o risco de lesão. A preservação depende do cirurgião e sua experiência é o fator chave .
❌ Mito 5: “Não é tão eficaz quanto a cirurgia aberta”
Fato: Estudos mostram que, em tumores pequenos ou benignos, os resultados são tão eficazes quanto a técnica aberta. A recuperação é mais rápida e o impacto estético, significativamente menor .
Cuide da sua saúde com quem entende do assunto. Agende sua consulta com o Dr. Aglailton Menezes e dê o primeiro passo para o seu bem-estar.
Mantenha-se saudável e seguro.